segunda-feira, 8 de março de 2010

AS CORES DO AMOR...



Se eu pudesse descobrir
Todas as cores do amor
Saber se é branco como a paz
Ou azul da cor do mar.

Se eu pudesse descobrir
Os segredos do amor
Seria como desvendar
Mistérios deste teu olhar.

O amor não é cor
Ele é simples demais
Como a brisa ele vem
No frescor da manhã
Mas foi no teu olhar então
Que eu pude perceber
Que as cores do amor
Vejo em você.

Não há mistérios No amor que há em você Porque as cores do amor Vejo em você Não há mistérios, nem segredos No amor que agora Eu vejo, em você...

Fernanda Brum!

A ESPERANÇA!



Que seria de nós se não existisse a esperança?
Essa doce amiga tem o dom de nos
fazer sonhar e acreditar que podemos
sempre melhorar o nosso dia e a nossa vida.
A Esperança é como aquela companheira
que está sempre ao nosso lado nos momentos
mais difíceis e humildemente se ausenta
na hora da festa, nos deixando saborear
o gostinho de vencer.

A Esperança não cobra ajuda,
apenas nos estimula a seguir na luta.

A Esperança não julga,
compreende nosso momento.

A Esperança não desiste,
insiste em nos fazer felizes.

A Esperança é suave,
tem um toque de mãe.

A Esperança é sopro divino,
e tem energias renovadoras.

A Esperança é um porto seguro onde
podemos ancorar nossos sonhos.

A Esperança é a mão que nos sustenta
nas provas mais difíceis.

A Esperança é a única que quando todos se vão,
está ali ao nosso lado.

A Esperança sabe das nossas dificuldades,
mas conhece nossa capacidade de mudar.

A Esperança sempre acredita em nós.

A Esperança não morre nunca porque
somos eternos,
Somos Filhos da Luz, e a Luz habita em nós.

A Esperança existe para lembrar-nos que
após cada tempestade há um novo dia
que se aproxima trazendo o brilho do sol,
a calma dos ventos que se transformam
em brisa para acariciar nosso rosto
como toque de Deus.

A esperança é a forma divina de Deus
se fazer presente em nossas vidas.

A Esperança é a fé que nos move
para a vida eterna.

A Esperança é seu sonho mais íntimo que
a partir de agora passa a ser chamado de
realidade.

Eu acredito em você.

segunda-feira, 1 de março de 2010

ALEGRIA!



Quem nunca sentiu uma alegria à toa, daquelas que vem sem hora marcada, sem plano, sem festa?

Alegria boa é assim: ela vem meio que rasgando a boca, deixando um sorriso de não sei o que na cara da gente...

Se alegria tivesse nome, seria surpresa.

Se fosse uma casa, seria imensa.

Se fosse um doce, que doce seria a tal da alegria?
Doce gelado, confeitado, colorido...

E se fosse uma música?
Seria de flauta?
De viola?
Acho que de tudo...
Alegria tem som de orquestra.

Alegria à toa tem cor quente. Cor de sol que se põe bem tarde.

Alegria que se preza, tem cheiro de chuva, de infância...

E é claro que se alegria fosse gente, seria uma criança...

E se fosse bicho, aposto que seria um beija-flor...

Se eu pudesse vestir a tal da alegria, ela seria um vestido de linho, branco, bordado no peito, bem soltinho.

Se fosse um caminho, seria de terra, no meio do nada, sem cerca e sem construção...

Alegria deve ser isso...
Qualquer coisa bonita, que nos tira do tédio.

Essa coisa gostosa, misteriosa, bem vinda, que em dois segundos deixa tudo em paz.

Alegria de verdade é aquela que vive aqui dentro...
Que adormece, às vezes, mas que nunca deve morrer antes da gente.

Lena Gino