quarta-feira, 21 de abril de 2010

HÁ MOMENTOS...


Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.

Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector

segunda-feira, 19 de abril de 2010


Sai de tua tenda
Oh filho meu, e te mostrarei as estrelas do céu
Sai da tua tenda
Oh filho meu, e te mostrarei a areia do mar

Será que podes contar
Será que podes imaginar
Tudo aquilo que sonhei para ti filho meu
O que minhas mão fizeram para ti filho meu
Minha benção será sobre ti

Uma nova história Deus tem pra mim Um novo tempo Deus tem pra mim Tudo aquilo que perdido foi Ouvirei de sua boca: "Te abençoarei!"

GRANDES COISAS...


Tu és o Deus dessa terra
Tu és Rei desse povo
És o Senhor da nação
Tu és

Tu és a luz desse mundo
Esperança para os perdidos
Tu és a paz pros cansados
Tu és

Ninguém é como nosso Deus
Ninguém é como nosso Deus

Grandes coisas estão por vir
Grandes coisas vão acontecer nesse lugar
Grandes coisas estão por vir
Grandes coisas vão acontecer nesse lugar

Grandes coisas estão por vir
Grandes coisas vão acontecer nesse lugar
Grandes coisas estão por vir
Grandes coisas vão acontecer aqui

Ninguém é como nosso Deus
Ninguém é como nosso Deus
Ninguém é como nosso Deus
Ninguém é como nosso Deus

domingo, 18 de abril de 2010

QUANDO ME AMEI DE VERDADE...




Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!

Charles Choplin

segunda-feira, 8 de março de 2010

AS CORES DO AMOR...



Se eu pudesse descobrir
Todas as cores do amor
Saber se é branco como a paz
Ou azul da cor do mar.

Se eu pudesse descobrir
Os segredos do amor
Seria como desvendar
Mistérios deste teu olhar.

O amor não é cor
Ele é simples demais
Como a brisa ele vem
No frescor da manhã
Mas foi no teu olhar então
Que eu pude perceber
Que as cores do amor
Vejo em você.

Não há mistérios No amor que há em você Porque as cores do amor Vejo em você Não há mistérios, nem segredos No amor que agora Eu vejo, em você...

Fernanda Brum!

A ESPERANÇA!



Que seria de nós se não existisse a esperança?
Essa doce amiga tem o dom de nos
fazer sonhar e acreditar que podemos
sempre melhorar o nosso dia e a nossa vida.
A Esperança é como aquela companheira
que está sempre ao nosso lado nos momentos
mais difíceis e humildemente se ausenta
na hora da festa, nos deixando saborear
o gostinho de vencer.

A Esperança não cobra ajuda,
apenas nos estimula a seguir na luta.

A Esperança não julga,
compreende nosso momento.

A Esperança não desiste,
insiste em nos fazer felizes.

A Esperança é suave,
tem um toque de mãe.

A Esperança é sopro divino,
e tem energias renovadoras.

A Esperança é um porto seguro onde
podemos ancorar nossos sonhos.

A Esperança é a mão que nos sustenta
nas provas mais difíceis.

A Esperança é a única que quando todos se vão,
está ali ao nosso lado.

A Esperança sabe das nossas dificuldades,
mas conhece nossa capacidade de mudar.

A Esperança sempre acredita em nós.

A Esperança não morre nunca porque
somos eternos,
Somos Filhos da Luz, e a Luz habita em nós.

A Esperança existe para lembrar-nos que
após cada tempestade há um novo dia
que se aproxima trazendo o brilho do sol,
a calma dos ventos que se transformam
em brisa para acariciar nosso rosto
como toque de Deus.

A esperança é a forma divina de Deus
se fazer presente em nossas vidas.

A Esperança é a fé que nos move
para a vida eterna.

A Esperança é seu sonho mais íntimo que
a partir de agora passa a ser chamado de
realidade.

Eu acredito em você.

segunda-feira, 1 de março de 2010

ALEGRIA!



Quem nunca sentiu uma alegria à toa, daquelas que vem sem hora marcada, sem plano, sem festa?

Alegria boa é assim: ela vem meio que rasgando a boca, deixando um sorriso de não sei o que na cara da gente...

Se alegria tivesse nome, seria surpresa.

Se fosse uma casa, seria imensa.

Se fosse um doce, que doce seria a tal da alegria?
Doce gelado, confeitado, colorido...

E se fosse uma música?
Seria de flauta?
De viola?
Acho que de tudo...
Alegria tem som de orquestra.

Alegria à toa tem cor quente. Cor de sol que se põe bem tarde.

Alegria que se preza, tem cheiro de chuva, de infância...

E é claro que se alegria fosse gente, seria uma criança...

E se fosse bicho, aposto que seria um beija-flor...

Se eu pudesse vestir a tal da alegria, ela seria um vestido de linho, branco, bordado no peito, bem soltinho.

Se fosse um caminho, seria de terra, no meio do nada, sem cerca e sem construção...

Alegria deve ser isso...
Qualquer coisa bonita, que nos tira do tédio.

Essa coisa gostosa, misteriosa, bem vinda, que em dois segundos deixa tudo em paz.

Alegria de verdade é aquela que vive aqui dentro...
Que adormece, às vezes, mas que nunca deve morrer antes da gente.

Lena Gino

domingo, 28 de fevereiro de 2010

SENTIMENTOS!




SAUDADE é quando, o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue;

LEMBRANÇA é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo;

ANGÚSTIA é um nó muito apertado bem no meio do sossego;

PREOCUPAÇÃO é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento;

INDECISÃO é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa;

CERTEZA é quando a idéia cansa de procurar e pára;

INTUIÇÃO é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido;

PRESSENTIMENTO é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista;

VERGONHA é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora;

ANSIEDADE é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja;

INTERESSE é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento;

SENTIMENTO é a linguagem que o coração usa quando precisa mandar algum recado;

RAIVA é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes;

TRISTEZA é uma mão gigante que aperta seu coração;

FELICIDADE é um agora que não tem pressa nenhuma;

AMIZADE é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros;

CULPA é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas, geralmente, não podia;

LUCIDEZ é um acesso de loucura ao contrário;

RAZÃO é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato;

VONTADE é um desejo que cisma que você é a casa dele;

PAIXÃO é quando apesar da palavra 'perigo' o desejo chega e entra;

AMOR é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.



(Mário Prata )

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O QUE EU NÃO QUERO...




Eu não quero ficar só aqui.
Eu também quero ir prá lá
Eu não quero ver rio encher
Eu quero só vê-lo correr
Eu não quero ver o sol morrer
Nem o kilimanjaro derreter
Nem os Alpes sumirem
Nem os animais se extinguirem
Eu não quero falta d”água
Eu não quero que sobre crimes
E nem que falte justiça
Eu não quero ver árvore secar
Nem passarinho sem comer
Nem animal na cidade
Eu os quero ver no mato
Eu não quero mais o carro do ano
Eu quero é uma trilha prá andar
Eu quero ver adulto sorrir
...sem malícia
Eu não quero me arrepender
Eu quero só acertar
Eu quero ter participação
Eu não quero me esquecer
Eu só quero me lembrar
Eu quero mais viver
E também me apaziguar
Eu não quero ter que voltar
Eu só quero ir mais em frente
Eu não quero mais sonhar
Eu quero visualizar
Eu não quero maldizer
Eu só quero bem falar
Eu quero o que não foi dito
Eu quero uma nova palavra
Eu não quero o São Benedito
Eu só quero o amor divino
Eu não quero ter que pedir
Eu só quero o merecido
Eu só quero agradecer
E não ter mais atrito
Eu não quero me isolar
Eu quero conviver
Eu quero o brilho solar
E sem sombras deslumbrar
Eu não quero a noite escura
Se não houver a luz da lua
Eu não quero ver o sol
Se de noite eu não dormi
Eu não quero mais dormir
Se algo de mal eu fiz
Eu não quero ser feliz
Se eu não puder dividir
Eu não quero ficar só
Se paz eu não tiver
Eu não quero ter a paz
Se com amor não a construí
Eu não quero ter amor
Se ele não me fizer feliz
Eu não quero conversar
Se não houver brilho no olhar
Eu não quero qualquer carro
Se não tiver para onde ir
Eu não quero um três quartos
Se não viver bem uns dois terços
Eu não quero ser injusto
Pois não gosto de Prozac
Eu só quero o que eu posso
E nada mais do que isso
Eu não quero luz neon
Eu quero ver o vagalume
Eu quero falar com o jardineiro
E não só com o empreiteiro
Eu não quero só letrado
Também a alegria dos mais simples
Eu quero amigos sérios
Que também saibam sorrir
Eu quero da chatice tomar distância
E rir sempre da inconstância
E quero que este meu mundo
Não seja só uma utopia

"A joia brilha na mão calosa, suja de suor e de terra, de modo muito mais puro, mais intenso, do que nos dedos bem tratados de um ocioso, que passa seu tempo terreno apenas em contemplações."







BORBOLETA




Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de
se decepcionar é grande.

As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.

Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.

As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.

O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar
não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

Mário Quintana

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A PALAVRA!



O Senhor me chamou, no ventre da minha mãe
E me ungiu para ser profeta das nações.
Palavras de vida na sequidão.
Plantar a esperança nos corações.
No deserto como um rio
Ao sedento saciar.
E na noite ser candeia, que não pode deixar de acender

Levar a paz, Levar o arco
Destruir, construir
Ser voz de Deus, ser forte e fraco
Sempre, eis-me aqui
A palavra, a palavra, a palavra do Senhor
O poder do Santo Espírito
Com firmeza e amor

O Senhor me chamou...

A palavra, a palavra, a palavra do senhor


O poder do Santo Espírito

Se ele me mandou falar
Não posso me esconder
Vou subir no monte, ser arauto
preciso dizer.

Levar a paz, levar o arco...

Kleber Lucas!

Quando te vi, amei-te já muito antes…


"Quando te vi, amei-te já muito antes…
Era uma vez um casal que era feliz sem ser rico. O pai era professor, gostava de brincar com as crianças e achava que ler era a coisa mais divertida do mundo. A mãe era artista e tocava flauta doce. Moravam numa casa modesta com um jardim na frente e um pomar nos fundos. Tinham uma filha chamada Bruna. Bruna desde pequena dormia ouvindo sua mãe tocar flauta e o seu pai contar estórias. Cresceu, assim, amando música e leitura, coisas que trazem alegria e tornam bonita a alma.

Ao lado de sua casa vivia um casal que era rico e infeliz. A mãe se chamava Monique. Era muito bonita e adorava aparecer nas colunas sociais. A beleza requer cuidados constantes. Monique, assim, gastava o seu tempo e o seu dinheiro com cabeleireiros, manicures, clínicas de estética, spas, regimes, operações plásticas, lojas, perfumes e jóias. Suas duas filhas se chamavam Michelle e Brigitte, nomes franceses que, para ela, eram o máximo de elegância. Monique foi uma educadora bem sucedida, tanto assim que suas filhas em tudo se pareciam com ela. Gostavam de tudo que sua mãe gostava e gastavam tanto quanto sua mãe gastava. Com vidas assim socialmente intensas não lhes sobrava tempo para coisas de somenos importância que nada acrescentavam à sua beleza, tais como poesia e música. O pai era um homem solitário deixado num canto pois não conseguia conversar nem com sua mulher e nem com suas filhas. Refugiou-se numa edícula que fez construir no fundo do quintal. Ali se trancava e se dedicava à leitura e à música. O livro de que mais gostava era A Morte de Quincas Berro D’água, de Jorge Amado, porque julgava que ele e Quincas Berro D’água estavam ligados por um destino comum.

Aconteceu, entretanto, que a mãe de Bruna morreu. Não houve sepultamento porque ela pediu para ser cremada e suas cinzas foram soltas ao vento sobre o mar.

Na mesma ocasião o marido de Monique resolveu seguir o exemplo de Quincas Berro D’água. No dia da sua aposentadoria, que ele mantivera em segredo, voltou para casa do trabalho, foi para o seu quarto, pegou uma mala e nela colocou suas roupas. Encaminhou-se então sorrateiramente para porta da saída, no que foi visto por sua mulher e filhas. Elas começaram a esbravejar todas ao mesmo tempo pedindo explicações para aquele ato insólito: “Como se atreve a sair assim, sem permissão, carregando uma mala?” Ele as olhou em silêncio, lembrou-se de Quincas Berro D’água, ficou vermelho e soltou um urro que foi ouvido em todo o quarteirão: “Jararacas!” Com essa palavra serpentina saiu de casa e nunca mais foi visto.

Monique não sentiu a menor falta do marido. Sentiu mesmo um certo alívio. Mas mulher sem marido fica sempre numa situação embaraçosa em festas e jantares. Sem o marido era como se ela estivesse sem um sapato. Não ia socialmente bem. Por isso ela ficou logo de tocaia, à espera do momento oportuno para lançar o seu charme sobre o pai de Bruna, vizinho viúvo disponível. Ele seria o sapato que lhe faltava. E o impossível aconteceu. Roído pela tristeza, enfraquecido nos miolos, ele se apaixonou pela megera. Isso não é de se estranhar porque da mesma forma como os homens mais saudáveis podem, repentinamente, ficar gravemente doentes, os homens mais sábios podem, repentinamente, ter um surto de loucura. Contrariando os conselhos de Bruna que percebia o que estava acontecendo, seu pai se casou com Monique, em cuja casa foram morar, porque era muito maior.

Mas a felicidade durou pouco. Porque a felicidade depende da capacidade das pessoas de conversar longamente, mansamente, numa boa. Conversa é como frescobol, bola pra lá, bola pra cá. Bruna e o seu pai jogavam com livros, poesia, música, pintura, jardinagem. Mas Monique, Michelle e Brigitte só sabiam jogar com festas, vestidos e colunas sociais.

Bruna, então, era deixada nos cantos, sozinha. Passou a ser motivo de zombaria. Até que se cansou e tomou a decisão de se refugiar na edícula do fundo do quintal onde se dedicava a ler e a tocar flauta doce, de um jeito parecido ao da Gata Borralheira, que se refugiara na cozinha, longe da madrasta e suas filhas malvadas.

Vivia naquela cidade um empresário muito rico. Era viúvo e tinha um só filho que nascera cego. Seu pai, entristecido, deu-lhe um nome lindo, tirado de um antiqüíssimo mito grego. Era o nome de um sábio que era cego: Tirésias. Tirésias era um lindo jovem, corpo harmonioso, inteligente, culto e destinado a herdar a fortuna do pai. Seu pai se angustiava pensando que, com a sua morte, seu filho ficaria sozinho. Cego, ele precisava arranjar uma esposa que cuidasse dele. Com o que Tirésias concordava: “É certo, meu pai. Mas eu só me casarei com uma mulher com quem terei prazer em conversar até o fim dos meus dias, uma mulher que seja sensível e culta…”

Onde descobrir tal esposa para o seu filho? Ele teve, então, uma idéia: um baile! Tirésias dançava maravilhosamente! Flutuava no escuro! Dançando, tendo uma moça nos seus braços, eles conversariam… E, quem sabe, assim, ele descobriria a mulher com quem teria prazer em conversar pelo resto de sua vida!

Dito e feito. Anunciou-se o baile. Todas as jovens e suas mães se agitaram. As mães sonham sempre com um genro rico… Michelle e Brigitte fizeram vestidos novos, foram ao cabeleireiro, à manicure, escolheram jóias e perfumes. Quando viram Bruna, caíram na risada. Bruna usava um velho vestido que sua mãe lhe fizera. E ela mesma penteara o seu cabelo. “Você não tem vergonha? Está parecendo uma mendiga. Todos vão rir de você!” Bruna não disse nada. Não tinha nada para dizer.

O salão de bailes estava cheio de moças lindas e chiques. A orquestra começou a tocar. As mães, esperançosas, traziam suas filhas até Tirésias. Ele as tomava delicadamente, começava a dançar e lhes fazia uma única pergunta: “Fale-me sobre as coisas de que você mais gosta!”
As jovens, que só conheciam o mundo da visão, falavam de vestidos, viagens, festas, televisão… Tirésias pensava: “Não, não terei prazer em conversar com essa moça até o fim de minha vida…” Pedia licença, parava de dançar e começava a dançar com outra jovem. E a mesma coisa se repetia. Tirésias já havia perdido as esperanças quando chegou a vez de Bruna. “Fale-me sobre as coisas de que você mais gosta”, ele lhe disse. E ela começou a falar sobre livros, sobre poesia, sobre música… Tirésias ficou encantado. Não queria parar de dançar. Bruna ficou em silêncio. Tirésias então lhe disse: “Quando te vi amei-te já muito antes…” Esse é um verso de Fernando Pessoa, a mais linda declaração de amor jamais escrita! Bruna não deixou que ele terminasse. Completou o segundo verso: “Tornei a encontrar-te quando te achei…” O rosto de Tirésias se encheu de felicidade. Abriu-se num sorriso. Ah! Aquela moça conhecia o seu mundo! Com ela, ele poderia conversar pelo resto de sua vida!

Michelle e Brigitte, que observavam de longe, perceberam o que estava acontecendo e decidiram interferir. O relógio da igreja batia as doze badaladas: meia noite! As duas correram para Bruna e lhe contaram uma mentira: “Seu pai telefonou. Acabou de chegar de viagem. Está com dores no peito. Pode ser um enfarto. Pediu que você vá para levá-lo ao hospital…” Bruna não hesitou. Saiu correndo deixando Tirésias com os braços vazios…

O rosto de Tirésias se cobriu de tristeza. Havia deixado escapar o amor que sempre procurara. E nem mesmo o seu nome sabia. Como encontrá-la? Parou de dançar e saiu do salão. E com isso a festa acabou.

Na cama, sem dormir, ele pensava: “O que fazer para encontrá-la?” Até que uma maravilhosa idéia lhe ocorreu. Convidou todas as moças a que viessem conhecer o seu jardim. Foi um alvoroço geral! Quem sabe uma delas seria escolhida!

Tirésias as recebia, uma a uma, assentado num banco do jardim. Os jasmins estavam floridos. O perfume era delicioso! Quando elas se assentavam ele dizia uma única frase. E ficava em silêncio. As moças se sentiam perdidas, sem saber o que dizer. Começavam a tagarelar, dizendo tolices. Ele, então, delicadamente as despedia e pedia que uma outra entrasse. E a mesma coisa acontecia.

Até que chegou a vez de Bruna. Tirésias não a reconheceu. Não podia ver o seu rosto. Disse, então, a mesma frase que dissera para todas:

“Quando te vi, amei-te já muito antes…”

E Bruna completou: “Tornei a encontrar-te quando te achei…”

Não precisaram dizer palavra alguma. Abraçaram-se, rindo de felicidade. A busca chegara ao fim. O casamento foi marcado e todas as moças, suas mães e pais foram convidados.
A festa foi maravilhosa, com música, danças, fontes luminosas, sinos, fogos de artifício, e coisas deliciosas de se beber e comer. E todas as jovens receberam, como recordação, um presente de Tirésias: um livro, embrulhado e amarrado com uma fita amarela: Obra Poética de Fernando Pessoa, com uma dedicatória que dizia assim: “Esperamos, Bruna e eu, que você aprenda a gostar de poesia. Pois é da poesia que nasce o amor.”

Quanto a Tirésias e Bruna, viveram felizes muitos anos, até a velhice, conversando sempre alegremente sobre as coisas que tornam bela a vida… E mesmo depois de esgotados os fogos efêmeros do amor jovem, eles continuaram a se amar aquecidos pela chama suave da ternura, até o fim.

Cronica de Fernando Pessoa.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A FLOR DO MARACUJÁ!



Pelas rosas, pelos lírios,
Pelas abelhas, sinhá,
Pelas notas mais chorosas
Do canto do Sabiá,
Pelo cálice de angústias
Da flor do maracujá!

Pelo jasmim, pelo goivo,
Pelo agreste manacá,
Pelas gotas de sereno
Nas folhas do gravatá,
Pela coroa de espinhos
Da flor do maracujá.

Pelas tranças da mãe-d'água
Que junto da fonte está,
Pelos colibris que brincam
Nas alvas plumas do ubá,
Pelos cravos desenhados
Na flor do maracujá.

Pelas azuis borboletas
Que descem do Panamá,
Pelos tesouros ocultos
Nas minas do Sincorá,
Pelas chagas roxeadas
Da flor do maracujá!

Pelo mar, pelo deserto,
Pelas montanhas, sinhá!
Pelas florestas imensas
Que falam de Jeová!
Pela lança ensangüentado
Da flor do maracujá!

Por tudo que o céu revela!
Por tudo que a terra dá
Eu te juro que minh'alma
De tua alma escrava está!!..
Guarda contigo este emblema
Da flor do maracujá!

Não se enojem teus ouvidos De tantas rimas em - a - Mas ouve meus juramentos, Meus cantos ouve, sinhá! Te peço pelos mistérios Da flor do maracujá!

Fagundes Valera!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

DEFEITO NA MULHER!



Quando Deus fez a mulher já estava em seu sexto dia de trabalho fazendo horas extras.

Um anjo apareceu e Lhe disse: "Por quê leva tanto tempo nisto?"
E o Senhor respondeu: "Já viu a minha ficha de especificações para ela?"
Deve ser completamente lavável, mas sem ser de plástico;
Ter mais de 200 peças móveis e ser capaz de funcionar com uma dieta de qualquer coisa, até sobras dos filhos...,
Ter um colo que possa acomodar quatro crianças ao mesmo tempo, Ter um beijo que possa curar desde um joelho arranhado...
Até um coração partido...
E fará tudo isto somente com duas mãos.
O anjo se maravilhou com as especificações.
"somente duas mãos???....Impossível!"
E este é somente o modelo básico?
É muito trabalho para um dia...
Espere até amanhã para terminá-la.
Isso não, protestou o Senhor.
Estou tão perto de terminar esta criação...
Porque é favorita de Meu próprio coração.
Ela se cura sozinha quando está doente...
E pode trabalhar jornadas de 18 horas.
O anjo se aproximou mais e tocou a mulher.
"mas o Senhor a fez tão suave!!!..."
"É suave", disse o Senhor, mas a fiz também forte.
Você não tem ideia do que ela pode aguentar ou conseguir.
"Será capaz de pensar?" perguntou o anjo.
O Senhor respondeu:
"Não somente será capaz de pensar, mas também de raciocinar e de negociar"
O anjo então notou algo e estendendo a mão tocou a bochecha da mulher....
"Senhor, parece que este modelo parece ter um vazamento...
Eu Lhe disse que estava colocando muita coisa nela..."
"Isso não é nenhum vazamento... é uma lágrima"
Corrigindo-o o Senhor.
"Para que serve a lágrima," perguntou o anjo.
E o Senhor disse:
"As lágrimas são sua maneira de expressar seu destino...
Sua pena, suas perdas, suas tristezas...
Seu desengano, seu amor, sua solidão, seu sofrimento...
E também o seu orgulho."
Isto impressionou muito ao anjo.
"O Senhor é um génio, pensou em tudo.
A mulher é verdadeiramente maravilhosa"
Sim é! disse calmamente o Senhor.
A mulher tem forças que maravilham aos homens.
Claro que não a todos!
Aguentam dificuldades, levam grandes cargas...
Mas têm muita felicidade, amor e alegria para repartir...
Sorriem quando querem gritar.
Cantam quando querem chorar.
Choram quando estão felizes...
E riem quando estão nervosas.
Lutam pelo que crêem.
E crêem muito!!!
Enfrentam a justiça e a injustiça.
Não aceitam "não" como resposta...
Quando elas crêem que ainda há uma solução melhor.
Privam-se para que a sua família possa ter.
Vão ao médico com uma amiga que tem medo de ir.
Amam incondicionalmente.
Choram quando seus filhos triunfam...
E se alegram quando seus amigos ganham prémios...
Ficam felizes quando ouvem sobre um nascimento
Ou quando vão a um casamento.
Seu coração se parte quando morre uma amiga....uma irmã!
Sofrem com a perda de um ente querido...
Entretanto são fortes...
Quando pensam que já não há mais forças.
Sabem que um beijo e um abraço
Podem ajudar a curar um coração partido.
Entretanto, há um grande defeito na mulher:
É que ela se esquece o quanto vale.

Autor Desconhecido!

DEUS DE PROMESSAS!



Sei que os Teus olhos
Sempre atentos permanecem em mim
E os Teus ouvidos
estão sensíveis para ouvir meu clamor
Posso até chorar...
Mas a alegria vem de manhã
És Deus de perto e não de longe
Nunca mudaste, Tú és fiel

Deus de aliança, Deus de Promessas
Deus que não é homem pra mentir
Tudo pode passar, tudo pode mudar
Mas Tua palavra vai se cumprir

Posso enfrentar o que for Eu sei Quem luta por mim Seus planos não podem ser frustrados Minha esperança está Nas mãos do grande Eu Sou Meus olhos vão ver o impossível Acontecer... Vai se cumprir... creia........

Toque no Alta!

SABOR DE MEL!



O agir de Deus é lindo
Na vida de quem é fiel
No começo tem provas amargas
Mas no fim tem o sabor do mel
Eu nunca vi um escolhido sem resposta
Porque em tudo Deus lhe mostra uma solução
Até nas cinzas ele clama e Deus atende
Lhe protege
Lhe defende
com as suas fortes mãos
Você é um escolhido
E a tua história não acaba aqui
Você pode estar chorando agora
Mas amanhã você irá sorrir.

Deus vai te levantar das cinzas e do pó
Deus vai cumprir tudo que tem te prometido
Você vai ver a mão de Deus te exaltar
Quem te vê há de falar
Ele é mesmo escolhido.

Vão dizer que você nasceu pra vencer
Que já sabiam porque você
Tinha mesmo cara de vencedor
E que se Deus quer agir ninguém pode impedir
Então você verá cumprir cada palavra
Que o Senhor falou,

Quem te viu passar na prova
E não te ajudou
Quando ver você na benção
Vão se arrepender
Vai estar entre a platéia
E você no palco
Vai olhar e ver
Jesus brilhando em você
Quem sabe no teu pensamento
Você vai dizer
Meu Deus como vale a pena
A gente ser fiel
Na verdade a minha prova
Tinha um gosto amargo
Mas minha vitória hoje
Tem sabor de mel.Tem sabor de mel Tem sabor de mel A minha vitória hoje tem sabor de mel.

Damares

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

ESPERANÇA!




Só a leve esperança em toda a vida
disfarça a pena de viver, mais nada; nem é mais a existência resumida que uma grande esperança malograda. . O eterno sonho da alma desterrada, sonho que a traz ansiosa e embevecida, é uma hora feliz, sempre adiada e que não chega nunca em toda a vida. . Essa felicidade que supomos árvore milagrosa que sonhamos toda arriada de dourados pomos . existe sim; mas nós não a encontramos, porque está sempre apenas onde a pomos e nunca a pomos onde nós estamos.

Vicente de Carvalho

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

POR QUE DEUS PERMITE QUE AS MÃES VÃO-SE EMBORA?!


"Por que Deus permite que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite, é tempo sem hora,
luz que não apaga quando sopra o vento
e chuva desaba, veludo escondido
na pele enrugada, água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra - mistério profundo - de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo, baixava uma lei:
Mãe não morre nunca, mãe ficará sempre junto de seu filho
e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho.
(Carlos Drummond de Andrade)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

DEUS!



Eu me lembro! eu me lembro! - Era pequeno
E brincava na praia; o mar bramia
E erguendo o dorso altivo, sacudia
A branca escuma para o céu sereno

E eu disse a minha mãe nesse momento:
"Que dura orquestra! Que furor insano!
"Que pode haver maior que o oceano,
"Ou que seja mais forte do que o vento?!"

Minha mãe a sorrir olhou p'r'os céus
E respondeu: - Um Ser que nós não vemos
"É maior do que o mar que nós tememos,
"Mais forte que o tufão! Meu filho, é - Deus!"

Casimiro de Abreu

AS DUAS FLORES!


São duas flores unidas
São duas rosas nascidas
Talvez do mesmo arrebol,
Vivendo,no mesmo galho,
Da mesma gota de orvalho,
Do mesmo raio de sol.


Unidas, bem como as penas
das duas asas pequenas
De um passarinho do céu...
Como um casal de rolinhas,
Como a tribo de andorinhas
Da tarde no frouxo véu.

Unidas, bem como os prantos,
Que em parelha descem tantos
Das profundezas do olhar...
Como o suspiro e o desgosto,
Como as covinhas do rosto,
Como as estrelas do mar.

Unidas... Ai quem pudera
Numa eterna primavera
Viver, qual vive esta flor.
Juntar as rosas da vida
Na rama verde e florida,
Na verde rama do amor!

O QUE É-SIMPATIA


Casimiro de Abreu

Simpatia - é o sentimento
Que nasce num só momento,
Sincero, no coração;
São dois olhares acesos
Bem juntos, unidos, presos
Numa mágica atração.

Simpatia - são dois galhos
Banhados de bons orvalhos
Nas mangueiras do jardim;
Bem longe às vezes nascidos,
Mas que se juntam crescidos
E que se abraçam por fim.

São duas almas bem gêmeas
Que riem no mesmo riso,
Que choram nos mesmos ais;
São vozes de dois amantes,
Duas liras semelhantes,
Ou dois poemas iguais.

Simpatia - meu anjinho,
É o canto de passarinho,
É o doce aroma da flor;
São nuvens dum céu d'agosto
É o que m'inspira teu rosto...
- Simpatia - é quase amor!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

GOSTO DE GENTE


Admira paisagens, poeira e chuva.

Gente que tem tempo para sorrir bondade, semear perdão, repartir ternuras, compartilhar vivências e dar espaço para as emoções dentro de si, emoções que fluem naturalmente de dentro de seu ser!

Gente que gosta de fazer as coisas que gosta, sem fugir de compromissos difíceis e inadiáveis,
por mais desgastantes que sejam.

Gente que colhe, orienta, se entende, aconselha, busca a verdade e quer sempre aprender, mesmo que seja de uma criança, de um pobre, de um analfabeto.

Gente de coração desarmado,
em ódio e preconceitos baratos.
Com muito AMOR dentro de si.

Gente que erra e reconhece, cai e se levanta,
apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros e fazendo redentoras suas lágrimas e sofrimentos.

Gosto muito de gente assim como VOCÊ
e desconfio que é deste tipo de gente que DEUS também gosta!

Arthur da Távola

AGENDA DA FELICIDADE!


A
Bondade

É a flor mais atraente do jardim de um coração bem cultivado.
Plante estas flores.

A Alegria

É o perfume gratificante, fruto do dever cumprido.
Esbanje-o, o mundo precisa dele.

O Amor
É a melhor música na partitura da vida.
Sem ele, você será um(a) eterno(a) desafinado(a).

A
É a bússola certa para os navios errantes, incertos, buscando as praias da eternidade.
Utilize-a sempre.

O Sorriso

É o cartão de visita das pessoas saudáveis.
Distribua-o gentilmente.

A Paz na Consciência
É o melhor travesseiro para o sono da tranqüilidade.
Viva em paz consigo mesmo.

A Esperança
É o vento bom enpurrando as velas do nosso barco,
chame-o para dentro do seu cotidiano.





segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

MÃE GOSTA...

Mãe gosta mesmo é de…

carinho,
de sorrisos,
de abraços,
de beijos,
de chamego,
de palavras amorosas,
gestos delicados,
de aconchego,
pertinho do peito!

Mãe que se preza mesmo,
gosta é de…
ser chamada de mãezinha,
ou , quem sabe… de mãezona,
de carícias nos cabelos,
de telefonemas,
de telegramas,
de cartinhas coloridas,
de recados na mesa
e de cafezinho na cama.

Mãe gosta de…
boas notas na escola,
de conversas ao pé do
ouvido,
de confidências à noite,
de ser admirada,
de ser comparada
à irmã mais velha,
de ver o filho crescer,
amadurecer…
e a Deus conhecer.

Enfim… mãe gosta mesmo é…
de tudo que vem do filho.
Pois nele, sua vida se
completa.
A vida de mãe é uma eterna
festa!
Ela se sente mais jovem,
Ela se sente feliz!

Sione Rocha